Patric até quando, Levir? Atlético deixa escapar vitória e empata com o Danubio por 2 a 2

Salve, salve, Massa!
O Atlético estreou na Libertadores contra o Danubio, em Montevidéu, no Uruguai.
A Massa deu um show no Estádio Luis Franzini, cantando e apoiando muito o time do Atlético, parecendo, inclusive, ser a maioria.
Na escalação, Levir surpreendeu alguns, e outros não, por conta de sua teimosia em continuar escalando o Patric como titular da lateral direita. Guga, o melhor jogador em campo na vitória em cima do Guarani de Divinópolis no Campeonato Mineiro, foi mantido na reserva, gerando a revolta de muitos torcedores atleticanos.
 
Escalação do Atlético no jogo contra o Danúbio
Victor
Patric
Igor Rabello
Réver
Fábio Santos
Adilson
Elias (Zé Welison)
Cazares
Luan
Chará (Maicon)
Ricardo Oliveira
 
 
 
 
O treinador mantém um jogador limitado como o Patric no time titular e deixa um jogador recém contratado, que foi o melhor em campo na partida passada, no banco de reservas, correndo o risco de perder rápido o prestígio com o torcedor e, principalmente, com seus atletas, já que não está sendo justo na escalação ao não colocar o melhor em campo.
A justificativa de escalar o Patric por ter mais experiência cai por terra, pois um jogador limitado tecnicamente como ele tem pouco a oferecer com sua experiência dentro de campo. Para usar a experiência, o jogador tem que ser, pelo menos, bom tecnicamente.
Outro fato que me chamou atenção foi o Levir optar por escalar o Elias como volante. Sabemos muito bem que o Elias não é volante e isso acabou deixando o Adilson sobrecarregado na marcação do meio campo. Luan, por sua vez, novamente jogou recuado como um meia/volante, posição em que não rende no Atlético.
O resultado desse mau posicionamento do time de Levir foi um setor defensivo muito falho e com uma péssima saída de bola.
Fábio Santos foi outro jogador com má atuação, falhando nos 2 gols sofridos pelo Atlético. Isso mostra que o Galo precisa urgentemente contratar um lateral esquerdo, porque não temos outra opção na lateral, a não ser o próprio Fábio, que está abaixo desde o ano passado.
Todos esses erros de posicionamento e atuações ruins da defesa afetaram muito o rendimento da zaga com Réver e Igor Rabello, que não jogaram bem na partida.
Cazares, no meio, criou alguns bons lances, mas continua tomando muitas decisões erradas na criação. Um armador não pode se dar ao luxo de tomar tantas decisões equivocadas no meio de campo de um time. Cazares, às vezes, precisa fazer o simples, para o índice de acerto aumentar e com isso a sua regularidade também.
Já no ataque, tivemos os pontos fortes do time do Atlético, com o Chará, que evoluiu bem durante o jogo e criou boas oportunidades, dando mais velocidade ao ataque, e com Ricardo Oliveira, eleito o melhor jogador da partida marcando 2 gols. As câmeras mostraram que no primeiro gol o atacante estava pouca coisa à frente, em um lance muito difícil para a arbitragem. Com muita movimentação e velocidade, o Pastor jogou bem, porém, ainda pode melhorar, haja vista ter perdido várias oportunidades claras de matar o jogo. Se um centroavante tem 5 oportunidades claras de gol, tem que tentar fazer 5 ou 4 gols, pelo menos, não se contentando com apenas 2 gols.
No 1° tempo, o Atlético dominou a partida, mas, no segundo, caiu muito de produção. Levir promoveu as trocas de Zé Welison no lugar de Elias e de Maicon Bolt no lugar de Chará.
Maicon entrou muito bem e deu um belo cruzamento para o segundo gol do Pastor.
Porém, eu não tiraria o Chará, mas, sim, o Luan, que foi bem apagado na partida.
O Patric foi mantido durante todo o jogo como titular e o Guga acabou ficando no banco.
O resultado poderia ser pior, pois o Victor ainda fez um milagre, salvando o Galo.
A partida mostrou que os times montados pelo Levir continuam ruim defensivamente, mesmo com os ótimos reforços no setor. Se o treinador for menos teimoso, mais justo e coerente, ele pode conseguir melhorar os erros da defesa e também posicionar melhor alguns jogadores, parando de insistir em colocar o Elias e o Luan como volantes, escalando o Guga como titular e pedindo à diretoria uma contratação urgente de um lateral esquerdo, porque o jogo mostrou que não podemos depender apenas do Fábio Santos.
Os jogadores do Galo que levaram cartões amarelos foram Patric, Igor Rabello, Adilson e Ricardo Oliveira.
O time do Atlético tem potencial, basta o Levir ser mais coerente nas suas escolhas.
O próximo compromisso do Atlético será no sábado, contra a Caldense, às 16h30, no Estádio Ronaldão. Tudo indica que o treinador deve mandar o time alternativo para esse jogo.
Já a partida de volta contra o Danubio será na terça da semana que vem, dia 12, às 19h15, no Independência.
O Galo joga por empates de 0 a 0 e 1 a 1. O empate em 2 a 2 leva a decisão para os pênaltis e a vitória simples do Atlético, por qualquer placar, classifica o maior de Minas para a 3ª fase da Libertadores, oportunidade em que irá enfrentar Defensor-URU ou Barcelona-EQU.
Então, Massa, vamos apoiar o Galo no próximo jogo contra a Caldense, para emplacarmos uma boa vitória antes da decisão de terça que vem.
Vocês podem assistir meu comentário pós-jogo no canal TV Espora 13.
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Muito obrigado, Massa! Vamos, Atlético!

Esporada neles, Galooooo!!!

Foto: Atlético/Bruno Cantini/Pedro Souza

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