Com sofrimento, Galo elimina o Bahia na Copa do Brasil

O Atlético perdeu a invencibilidade de 10 jogos na temporada, mas conseguiu a classificação diante do Bahia pela partida de volta das oitavas de final da Copa do Brasil.

O Bahia perdeu o mando de campo devido à punição na final da Copa do Nordeste e o jogo foi realizado no Estádio Jóia da Princesa, em Feira de Santana.

O técnico Cuca escalou o Atlético com Jair e Hulk entre os titulares e Nacho Fernández no banco de reservas.

O técnico do Bahia, Dado Cavalcanti, vinha bastante pressionado, já que o tricolor baiano vinha de resultados ruins na temporada. Dado disse em entrevistas antes do jogo que, diante da fase instável do Bahia, precisava “pensar fora da caixa”. O treinador do Bahia fez três mudanças no time titular com as entradas de Lucas Mugni, Matheus Teixeira e Matheus Bahia.

O Jogo

À beira do caos. Nada pode sumarizar melhor a noite do Atlético. Tendo ganhado o jogo de ida por 2×0 no Mineirão, o Galo podia perder por até um gol de diferença para o Bahia (não há mais regra de gol fora de casa).

A apreensão estava alta no primeiro tempo e piorou quando Rossi arriscou de fora da área e Everson aceitou. 1×0 para o Bahia, antes dos 15 minutos de jogo. O Galo tentou reagir, chegava próximo da área rival, mas sem finalizar com muito perigo. Tchê Tchê lutava muito, mas Jair e Sasha pareciam perdidos em campo. Por sua vez, Savarino e Hulk erravam no terço final. Sem converter as oportunidades, o Atlético deu chances para o Bahia sonhar.

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Foto: Pedro Souza/Atlético

Os tricolores cresceram no jogo e passaram a incomodar, quase sempre pelas laterais. Em um escanteio, Everson não dominou uma bola cruzada e cedeu mais uma vez, no entanto, no seguimdnto da jogada, operou um milagre em uma cabeçada de Luís Otávio na pequena área.

Nos minutos finais do primeiro tempo, um dos refletores do estádio apagou. Após diálogo entre as equipes e a arbitragem, o jogo foi retomado para os três minutos finais. A falta de luz estava na porção do campo onde o Bahia se defendia. Tudo ebcaminhava para a vitória parcial do Bahia por 1×0, mas a desatenção do Atlético custou caro. Juninho Capixaba apareceu na pequena área, antecipou Réver e cabeceou para as redes. Com sua vantagem reduzida a pó, o Galo teve que mudar a postura. Cuca sacou Sasha, Savarino e Tchê Tchê, entrando Nacho, Vargas e Borrero, respectivamente.

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Foto: Pedro Souza/Atlético

As alterações foram certeiras e o Galo começou a pressionar. Havia mais organização, melhor saída de bola e um Nacho mais presente em campo, ao contrário do perdido Eduardo Sasha. Vargas confirmou sua ascensão e chamou para si a responsabilidade correndo muito e dando opção. De tal forma, o chileno foi recompensado. Recebeu lindo cruzamento de Dylan, e cabeceou firme para o fundo das redes.

Foto: Pedro Souza/Atlético

O gol salvador de Vargas recolocou o Atlético em vantagem no duelo e brigou o Bahia a partir com tudo para o ataque. O Galo não só defendeu bem, como também criou chances claríssimas de matar o jogo. Na melhor delas, Hulk colocou Borrero na cara do gol, mas o colombiano chutou muito forte para fora. Já no desespero, o Bahia tentou alçar bolas na área de qualquer maneira, mas Everson, Réver e Alonso fecharam os espaços. Com sofrimento, o Atlético saiu da Bahia com a classificação rumo às quartas de final da Copa do Brasil.

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Foto: Pedro Souza/Atlético

Ficha Técnica

BAHIA 2 X 1 ATLÉTICO
Data/Hora:
4 de agosto de 2021, às 21h30 (de Brasília)
Local: Jóia da Princesa, Feira de Santana (BA)
Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araujo (SP)
Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse e Daniel Paulo Ziolli (SP)
VAR: José Cláudio Rocha Filho (SP)
Gols: Rossi, aos 11’-1ºT, Juninho Capixaba, aos 53’-1ºT,Vargas, aos 17’-2ºT
Cartões amarelos: Nacho Fernández, Vargas, Borrero, Allan (CAM); Luiz Otávio, Thonny Anderson (BAH).

BAHIA: Matheus Teixeira; Nino Paraíba, Conti, Luiz Otávio e Juninho Capixaba; Patrick de Lucca (Lucas Araújo, aos 12’-2ºT), Daniel e Lucas Mugni (Thonny Anderson, aos 31’-2ºT); Rossi (Óscar Ruiz, aos 38’-2ºT), Rodriguinho (Ronaldo César, aos 38’-2ºT) e Gilberto. Técnico: Dado Cavalcanti

ATLÉTICO: Everson; Mariano (Guga, aos 30’-2ºT), Réver, Júnior Alonso e Dodô; Allan, Jair (Neto, aos 49’-2ºT) e Tchê Tchê (Vargas-intervalo);Eduardo Sasha(Nacho Fernández), Savarino (Dylan Borrero-intervalo) e Hulk. Técnico: Cuca

 

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Esporada neles Galooooooooooooo!!!

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